Já se notou que as pessoas quando contam alguma história que, para elas, foi cómica, tendem a contá-la duas vezes?
É que costumam dizer as coisas uma vez, e depois quando teceram os comentários, dizem outra vez. Contam-na duas vezes.
Porquê? Porque da primeira não houve riso suficiente? Porque acham tanta piada que se querem rir outra vez?
19 de outubro de 2009
11 de outubro de 2009
Power Rangers!
Descobri hoje que a mítica música é mesmo uma música, com letra e tudo! E tem refrão, solos, tudo.
É mesmo sweet.
É mesmo sweet.
10 de outubro de 2009
6 de outubro de 2009
Hoje é a dobrar
Lembrei-me do que ia dizer, porque quando estava a descer as escadas para ir para a minha aula, aconteceu DE NOVO. De que estou a falar?
Há aquelas pessoas, que todos adoramos, ainda mais quando temos pressa, que insistem em bloquear o nosso caminho, e fazem-no quase com prazer. Pelo menos nunca vi remorsos por me fazerem perder tempo (que, como toda a gente sabe, é dinheiro), mas noto que se decidir retribuir a gentileza, ficam com o pito aos saltos. Estou, portanto, a falar de "empata fodas" (termo cunhado pelo meu amigo, de novo), ou como eu gosto de lhes chamar, "pessoas com vocação para rolha".
São uma agradável variação das "pessoas muito baças par espelho", aqueles que gostam de se meter à nossa frente quando queremos ver algo. Habitam muito nos cinemas.
Mas adiante, odeio-os quando estou a guiar, quando estou a tentar movimentar-me pela rua e sobretudo quando quero descer escadas. E estão por todo o lado. No outro dia, quando tive a ideia de escrever isto, estava eu e uma menina a tentar entrar numa loja X, de portas bem grandes e dois seres conseguiram encher a porta toda, de modo que nos vimos forçados a condicionar a nossa velocidade. COMO CARALHO É QUE É POSSÍVEL?
E hoje, como disse, queria ir para a aula e para tal, tinha de descer escadas. Não é que tinha duas putas sentadas no cimo das escadas, como se nada fosse, bloqueando o caminho de modo tal, que só cabia uma pessoa nas escadas de cada vez. E era hora de entrar em aulas, portanto, havia muita gente a subir. Resultado: não podia eu descer. Quando ia ter uma aberta, os dois chulos das putas, ou simplesmente colegas de emprego, páram a meio das escadas a conversar com elas. Bem, não interessa o que sucedeu, mas lá acabei por descer.
Concluindo, um dos nossos grandes negócios envolve cortiça, e realmente com estas pessoas, vê-se porquê. Dizem que agora querem começar a usar tampas de plástico, que são mais higiénicas, e não sei que mais. Usem, usem, a ver se passa a haver menos "rolhas" por aí.
Há aquelas pessoas, que todos adoramos, ainda mais quando temos pressa, que insistem em bloquear o nosso caminho, e fazem-no quase com prazer. Pelo menos nunca vi remorsos por me fazerem perder tempo (que, como toda a gente sabe, é dinheiro), mas noto que se decidir retribuir a gentileza, ficam com o pito aos saltos. Estou, portanto, a falar de "empata fodas" (termo cunhado pelo meu amigo, de novo), ou como eu gosto de lhes chamar, "pessoas com vocação para rolha".
São uma agradável variação das "pessoas muito baças par espelho", aqueles que gostam de se meter à nossa frente quando queremos ver algo. Habitam muito nos cinemas.
Mas adiante, odeio-os quando estou a guiar, quando estou a tentar movimentar-me pela rua e sobretudo quando quero descer escadas. E estão por todo o lado. No outro dia, quando tive a ideia de escrever isto, estava eu e uma menina a tentar entrar numa loja X, de portas bem grandes e dois seres conseguiram encher a porta toda, de modo que nos vimos forçados a condicionar a nossa velocidade. COMO CARALHO É QUE É POSSÍVEL?
E hoje, como disse, queria ir para a aula e para tal, tinha de descer escadas. Não é que tinha duas putas sentadas no cimo das escadas, como se nada fosse, bloqueando o caminho de modo tal, que só cabia uma pessoa nas escadas de cada vez. E era hora de entrar em aulas, portanto, havia muita gente a subir. Resultado: não podia eu descer. Quando ia ter uma aberta, os dois chulos das putas, ou simplesmente colegas de emprego, páram a meio das escadas a conversar com elas. Bem, não interessa o que sucedeu, mas lá acabei por descer.
Concluindo, um dos nossos grandes negócios envolve cortiça, e realmente com estas pessoas, vê-se porquê. Dizem que agora querem começar a usar tampas de plástico, que são mais higiénicas, e não sei que mais. Usem, usem, a ver se passa a haver menos "rolhas" por aí.
Sexualidades
Como já tive duas ideias para posts e me esqueci do que eram, estou agora a postar com uma sandes de omolete mista numa mão e a escrever com a outra.
OK, já terminei. Portanto, isto tudo veio a propósito do Marcelo, que revi hoje, ao fim de muito tempo. Quem é o Marcelo? Não importa.
Descobri que o termo "metrosexual" é apenas uma cover para um gay em negação, ou que é, só que ainda não sabe. No entanto, o Marcelo é mais do que isso, porque ele não só não comeu gajas, como não comeu gajos, e parece que o seu grande amor é o poker. Isto torná-lo-ia cartosexual. Mas não é. Supôs-se que ele poderia ser neutrosexual (termo cunhado por um amigo meu), mas não também.
Numa análise mais cuidada da sua pessoa, descobre-se que ele é, na verdade, AUTOSEXUAL. O que o denúncia são as suas frases, que mostram sempre um amor desmedido pelo próprio: "Ei aquele gajo não tem estilo nenhum, sou muito mais sexy que ele"; "Olha, comprei umas calças mesmo fixes, fico mesmo sexy" e semelhantes. Além do mais
Tenho que ir para a aula. Cya.
OK, já terminei. Portanto, isto tudo veio a propósito do Marcelo, que revi hoje, ao fim de muito tempo. Quem é o Marcelo? Não importa.
Descobri que o termo "metrosexual" é apenas uma cover para um gay em negação, ou que é, só que ainda não sabe. No entanto, o Marcelo é mais do que isso, porque ele não só não comeu gajas, como não comeu gajos, e parece que o seu grande amor é o poker. Isto torná-lo-ia cartosexual. Mas não é. Supôs-se que ele poderia ser neutrosexual (termo cunhado por um amigo meu), mas não também.
Numa análise mais cuidada da sua pessoa, descobre-se que ele é, na verdade, AUTOSEXUAL. O que o denúncia são as suas frases, que mostram sempre um amor desmedido pelo próprio: "Ei aquele gajo não tem estilo nenhum, sou muito mais sexy que ele"; "Olha, comprei umas calças mesmo fixes, fico mesmo sexy" e semelhantes. Além do mais
Tenho que ir para a aula. Cya.
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