Imaginemos que estávamos numa ilha, e que um génio qualquer tinha resolvido contaminar-nos a todos com uma merda que nos ia matar, e que depois dizia "Hahahah, I haz cure. Decidam democraticamente entre vós quem fica com ela".
Eu não sei o que fariam, mas eu começava a bater às pessoas, a pegar em postes de sinalização ou iluminação (o que desse na altura, é a crise...) e a enfiá-los pelos crânios, etc. E imaginem agora, que o génio referido anteriormente se lembrava de tornar isto num concurso e mostrar ao mundo pela TV, e como se não bastasse, ainda resolvia artilhar a ilha com picos, trituradoras, ganchos bem afiados, etc.
Para terminar em beleza, no meio da carnificina que se iria seguir, ainda aparecia um proxeneta de ascendência africana que apresentaria artifícios como um alvo de dardos gigante onde as pessoas eram os dardos, uma ventoinha gigante para onde teríamos de mandar pessoas e linhas com comboios onde teríamos de ver quem enfiava mais gente à frente dos ditos, quando passassem. E no fim da apresentação, uma das suas assistentes acabava por o submeter ao artifício em questão, for teh lulz.
Não era awesome?
26 de setembro de 2009
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